quarta-feira, 6 de abril de 2011

A menina dos fósforos

Hans Christian Andersen era filho de um sapateiro e sua família morava num único quarto. Apesar das dificuldades, ele aprendeu a ler desde muito cedo e adorava ouvir histórias.
A infância pobre deu a Andersen a chance de conhecer os contrastes de sua sociedade, o que influenciou bastante as histórias infantis e adultas que viria a escrever. Em 1816, seu pai morreu e ele, com apenas 11 anos, precisou abandonar a escola, mas já demonstrava aptidão para o teatro e a literatura.

Em 1828, entrou na Universidade de Copenhague e já publicava diversos livros, mas só alcançou o reconhecimento internacional em 1835, quando lançou o romance "O Improvisador".
Graças à sua contribuição para a literatura para a infância e adolescência, a data de seu nascimento, 2 de abril, é hoje o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil. Além disso, o mais importante prêmio internacional do gênero leva seu nome.
Anualmente, a International Board on Books for Young People (IBBY) oferece a Medalha Hans Christian Andersen para os maiores nomes da literatura infanto-juvenil. A primeira representante brasileira a ganhá-la foi Lygia Bojunga, em 1982.


O conto retrata a histório de uma menina humilde que vendia fósforo para ajudar a familía. Na noite de Ano Novo, foi vagando pelas ruas afim de vender seus fósforos. Apesar do frio que sentia, não podia voltar pra casa sem vende-los, pois se voltasse, seria espancada pelo pai pelo fato de nao ter conseguido um tostão.
Como o frio era muito grande, aos poucos começou a acender os fósforoa para se aquecer, até que de repente, conmeçou a ver sua avó, que a amou muito, mas já tinha falecido. Quando o fogo apagava, a imagem desaparecia, foiaí que a menina acendeu muitos fósforo de uma vez só e quando sua avó apareceu, a menina pediu que a levasse com ela. E assim foi feito. No dia seguinte, o sol do novo ano se levantou sobre um pequeno cadáver e as pessoas que por ela passavam, diziam: "A criança lá ficou, paralisada, um feixe inteiro de fósforos queimados. - Queria aquecer-se". Mas não imaginavam a felicidade que a menina estava sentindo em estar com a avó.
Esse conto nos faz refletir questões importantes como: o abandono, a miséria, a fome, a indiferença, a inveja, a exclusão.
É importante que pensemos nessas questões e no que podemos fazer para ajudar a tornar a vida do nosso próximo e por conseqüência, a nossa melhor.
Que as pequenas e os pequenos vendedores de fósforo tenham histórias lindas, cheias de amor, compaixão, ajuda, carinho e felicidade.

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